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    Deskjob- Jogo de muita putaria com essa secretária vadiaJogo de sexo porno com essa safadinha e o seu patrão, todos do escritório já foram embora e sua secretária gostosa está te dando mole, você não vai recusar uma foda com essa vadia deliciosa e putinha que adora uma foda bem quente e muito gostosa. Confira esse jogo de sexo com essa safada lidinha e gata.

    Booty Call Jogo de sexo muito picante leve essa vadia para a camaJogo de muita sacanagem e putaria, a festa de casamento está um saco mas pode ficar melhor se você conseguir levar alguma mulher pra cama, essa vadia muito putinha esta doidinha para trepar e você vai da muito tesão para essa gostosa deliciosa e muito vadia que vai gemer muito. Como jogar? Mouse: faz todas as ações do jogo

    3 Way Part 5-Jogo de muita putaria com essas três gatasDesta vez as 3 heroínas testam uma máquina de sexo muito louca! Será que elas vão gostar bem gostoso e vão gemer muito com essa putaria bem deliciosa. Essas tres vadias vão aprontar muito nesse jogo de sexo muito louco, essa gatinha deliciosa vai ficar louquinha de tesão e vão se divertir muito. Confira!

    3 Way Part 6- Ajudem essas deliciosas a gozarem gostosoPutaria nesse jogo, ajude as 3 heroínas a salvar o vibrador de ouro senão ele pode cair em mãos erradas e elas ficaram pra sempre sem gozar, essas vadias deliciosas vão ficar louquinha se ficar sem gozar bem gostoso, essas gatinhas deliciosas quer muita putaria. Como jogar? Mouse: faz todas as ações do jogo

    Putinha safada e muito deliciosa sendo arrombada Era um sábado e estava muito calor e Ana estava sem sono o seu marido Luciano convidou-a para saírem e tirarem algumas fotos sexy pelas praças e monumentos da cidade Ana achou tudo bem divertido e falou para o Luciano espera-la trocar de roupa. Ana entra em no banheiro e toma um banho e raspa sua xaninha, coloca uma calcinha bem pequena de cor branca, um vestido de alça amarelo transparente que o seu maridão achava-a um tesão, pois quando soltava as alcinhas os seus seios quase amostravam os bicos. Ana calça uma sandália preta de salto bem alto e com tiras de brilhantes para compensar os seus 1,65 de altura, pois ela e baixinha e pesa 60 kg. Ela faz uma maquiagem bem pesada que fica irreconhecível parecendo uma putinha. Quando sai do quarto o seu marido ficou de boca aberta e disse nossa amor como você está gostosa. Luciano pegou a câmera e saíram. Passam num bar e compram uma cerveja gelada e quando iam saindo os olhos dos homens comiam Ana dentro daquele vestidinho curtinho mostrando as suas coxas, suas curvas e a calcinha branca. Saíram rindo do bar e passaram da meia noite tirando fotos de todos os ângulos com e sem roupa. Teve uma hora que Ana estava peladinha na praça quando foram surpreendidos com um carro vindo em sua direção e o seu marido falou para que Ana não se apavorasse que ela se debruçasse na janela do carro. Luciano entra no carro e quando o outro carro se aproximou Ana ficou gelada e fez como seu marido lhe disse e os rapazes do carro passaram e chamaram Ana de tesão e gostosa. A adrenalina de Ana foi a mil e quase que ela gozou de medo e excitação peladinha na rua. O seu marido falou que eles confundiram com uma putinha e ela sorriu e até gostou. Entraram no carro e Ana colocou a roupa tremendo pela situação que nunca pensou em ter coragem de fazer. Ana toma uns goles de cerveja e a esta altura já estava toda molhadinha e quente. Deram umas voltas e já passava de 01:00 da manhã eles acharam um bar e sinuca aberto. Entraram para tomar uma cerveja, Ana nota que tinha um jovem de uns 21 anos e um senhor de cabelos grisalhos alto de uns 50 anos jogando sinuca e um barman de mais ou menos 18 anos. Quando os homens viram Ana chegar pararam de jogar, depois disfarçaram e continuaram, mas não tiravam os olhos das suas pernas bem torneadas com as coxas de fora perfeitas e morena clara. Luciano seu marido notou que Ana estava se exibindo para os caras e sorriu como se estivesse gostando. Conversaram um pouco e beberam e aquele clima de olhares foi mexendo com o ego e vaidade de Ana. Ela já estava meio alegrinha devido a cerveja, o seu marido perguntou-lhe se ela teria coragem de tirar fotos nua ali. Ana fica vermelha e excitada, mas mexeu com o seu orgulho e ela disse que sim e perguntou: - você deve estar brincando? Pois fizemos 20 anos de casados e eu já estou com 36 anos mais com tudo em cima é claro. Luciano perguntou-lhe se ela se garantia Ana de imediato disse sim, mas achou que fosse tudo brincadeira de seu marido. Para surpresa de Ana, Luciano se levantou e foi conversar com o barman em separado e ela viu quando o mesmo balançou a cabeça como se dissesse sim, seu marido olhou para ela e sorriu e foi até a mesa de sinuca e conversou com os dois homens e os mesmos também fizeram o mesmo sinal. Luciano pegou-a pela mão e apresentou-a como Lara para cada um deles e perguntou na frente dela se eles manteriam a palavra de não fazer nada que constrangesse a Ana ou contra a sua vontade, eles juraram que não fariam nada e isto a deixou super segura, mas vermelha de vergonha. Ana toma mais um gole de cerveja e seu marido mandou-a simular uma tacada com o bumbum empinado e como nunca ela pego em um taco, o homem mais velho de nome Andrade encostou por trás e pegou na sua mão e a ensinou , nisto o seu marido começou a fotografar. Quando o Andrade encostou nela Ana sentiu a saliva descer seca de medo e tesão.Depois ela fez varias poses e como o seu vestidinho era curto cada tacada que ela dava as bochechinhas redondinhas da sua bundinha ficava a amostra e os homens ficavam cada vez mais excitados e sorriam direto foi quando o seu marido pediu para o barman fechar a porta e ele concordou, pois já era muito tarde.Quando fechou a porta ela ficou mais segura e solta. Seu marido pediu para ele se tinha um pano para por na mesa imediatamente o barman pegou uma napa cinza e cobriu parte da mesa em seguida colocou Ana sobre a mesa onde Ana fez varias poses sexuais inclusive ficou de quatro mostrando a calcinha para aqueles homens que nem falavam mais nada .Toda hora esfregavam a mão ajeitando as suas rolas que não escondiam mais os volumes acentuados o que a deixava muito vaidosa. Desceram Ana da mesa e tiramos varias fotos por mais de 30 min. Ana começa a fica intima e relaxada com os três, então seu marido mandou Ana pegar o taco e encostar de frente na mesa e passar o giz e cochichou com o Andrade e o mais novo de nome Leonardo e eles chegaram do lado de Ana, enquanto batia as fotos o Andrade baixou a alcinha do vestido de Ana que ficou quase aparecendo o bico do seu seio, continuaram a bater as fotos e o Leonardo ofereceu a Ana um gole de cerveja e quando Ana colocou o copo na boca ele abaixou a outra alcinha. Ela ficou vermelha de vergonha e ao mesmo tempo cheia de tesão não sabia como explicar, mas ela estava gostando de tudo. Pegaram-na e colocaram Ana sobre a mesa e começou a tocar uma musica Black bem lenta e gostosa e pediram para Ana dançar e ela olhou para o seu marido e ele concordou. Ela já bem fresca e se sentindo a gostosa, começou meia sem graça e dura a fazer alguns movimentos acompanhando a batida daquela musica e começou a subir um calor no corpo todo com os seios quase de fora e toda arrepiada e eles começaram a pedir para abaixar o vestidinho e Ana começou a rebolar e devagarzinho foi baixando e quando seus seios ficaram a amostra eles ficaram doidos, ela gostou de ver os olhos deles chupando os seus seios como se os devorassem. Ela foi ficando cada vez mais excitada e toda meladinha desceu lentamente todo o vestido ficando só de calcinha e começou a rebolar como uma fresca e eles pedindo mais, mais, mais, Ana olha para o seu marido e ele sorriu dando sinal verde e ela já louquinha de excitação começou a baixar a calcinha e levantava de novo, pois faltava coragem e eles suspiravam cada vez que ela ameaçava tirar a calcinha que a esta altura já estava toda enfiada na minha xoxota e ela já louca pra se amostrar, aí o barman deu-lhe um copo de cerveja e ela olhava para eles e mordiam e passavam a língua nos lábios como se desejassem tocá-la e á chamavam de gostosinha, tesão, delícia e ela fui tomando gosto se vira de costas para eles e fui baixando a calcinha lentamente eles ficaram mais loucos vendo a sua bundinha toda de fora e Ana foi tirando tudo e ficou peladinha e se vira com a xoxota raspadinha toda a amostra e começou a passar as mãos no meio das suas pernas e esfregava as suas nádegas e foi esquentando. Ana não sabe como teve coragem, e passava os dedo na sua xoxota feito uma taradinha e á achavam deliciosa, assim rebolando toda meladinha diante daqueles três homens estranhos até acabar a musica e eles á aplaudiram e á elogiaram que Ana se sentiu uma rainha. Então seu marido mandou deitar na mesa e á fotografou em vários ângulos, mas o mais difícil foi quando Ana ficou de quatro com a bundinha arrebitada virada para os quatro com a sua xoxota arreganhada, ela sentiu um arrepio e a minha xaninha umedeceu inteira. Depois de varias fotos inclusive sentada nos colinhos deles Ana coloca o seu vestido e o seu marido guardou a sua calcinha no bolso. Estava pronta pra sair dali quando o seu marido foi lá e agradeceu o cavalheirismo deles e conversou baixinho com eles e ela ficou curiosa, pois não conseguia escutar. Quando estavam para sair o Leonardo pediu uma coisa a Ana para guardar de lembrança devido ao respeito que eles tiveram por ela. Ana respondeu que dependia do pedido e ele pediu-lhe para dar um beijinho na sua xaninha ela se arrepiou toda e ficou cheia de excitação e olhou para o seu marido e ele falou que se ela se garantisse tudo bem. Ela louca e curiosa para sentir a boca na sua xaninha e toda vaidosa concordou. Nossa que loucura que Ana fez, o Leonardo chegou perto dela e Ana levantou o vestidinho separou um pouquinho as suas pernas e o seu marido fotografando tudo, ele se abaixou e beijou bem no seu grelinho. Ana solta um gemido e ele enfiou toda a língua na sua xoxota e chupando-a que parecia que ia lhe engolir Ana gozou fácil, pois estava toda meladinha e num esforço brutal Ana arranca a cabeça dele do meio das suas pernas e sorriu e disse bem fresca que o acordo era só pra beijar. Chegou a vez do barman o mais novinho se baixou e beijou a sua xoxota e se aproveitando chupou como um louquinho e Ana goza de novo até empurrou a xoxota para frente e sem muitas forças arrancou aquela linguinha gostosa de dentro dela. Gemendo de excitação ela quis desistir, mas o Andrade pediu, por favor, que ele não se aproveitaria da sua fraqueza e ela já não se controlava mais e louca de tesão concordou e olhou para o seu marido que sorriu, pois estava excitado com as fotos. Foi quando Ana levantou outra vez o seu vestido como uma putinha oferecida e abriu mais as pernas e o Andrade agarrou-a nas bochechas da sua bunda cravando as unhas colocou aquela língua na sua xaninha, quase que Ana desmaia e ele começou a chupa-la com força e ela puxou a cabeça dele contra a sua xaninha olhou e sorriu assanhada para os outros dois e eles vieram e começaram a chupa-la e tiraram o seu vestidinho de novo e um ficou atrás acariciando a sua bundinha, o Leonardo chupava os seios e o Andrade engolindo a sua xaninha toda e Ana começou a gozar alucinada sem perceber o barman pegou-a pela cintura elogiou o seu bumbum e começou a penetrar no seu cuzinho ela não aguentava mais quando o barman gozou no seu cuzinho foi ai que o Leonardo também fez o mesmo, vestiu aquele pau grosso e também comeu o cuzinho de Ana parecia que ia rasga-la toda com aquele pau dentro dela inteirinho Ana não aguenta e começa a mexer com força e rebolar de tesão com as mãos dele agarradas na minhas bochechinhas redondinhas abrindo o seu reguinho empinado facilitando a penetração e ele gozou todinho no seu rabinho esgaçado e ela já estava com as pernas bambas quando o Andrade se levantou e largando a sua xaninha desceu a calça e a cueca, quando Ana ver aquela rola enorme e dura ele agarrou-a pelas ancas e ela quis desistir mas já toda molhadinha abriu as pernas e ele enfiou aquela rola toda na sua xaninha, ela deu um grito de dor e tesão e ele pendurou Ana no colo contra a parede e mexia com muita força e fez Ana gozar que nem uma cachorra engatada e rebolando louca de tesão Ana gozou inteirinha e sentiu aquela rola jorrar dentro dela que deu até um calor e quando tirou aquele tarugo de dentro da sua xaninha melou toda as suas pernas e eles sorriam e continuaram os elogios e ela pediu um pano e limpou as pernas. Ana vestiu o seu vestido amassado e toda satisfeita deu um beijinho em cada um deles, pegou uma cervejinha e ela e o seu marido saíram. Ana mal conseguia andar com as pernas bambas. Seu marido olhou pra ela e disse: - ainda não acabou falta a minha vez amor e ela disse peça o que você quiser que a sua putinha realiza. Ele ligou o carro e no meio de uma rua semi deserta parou e disse: - tira o seu vestido minha putinha gostosa e Ana obedeceu. Ele mandou Ana andar nua pela calçada, os carros passavam e me chamavam de puta gostosa e de louca, ela escondia o rosto e foi novamente ficando excitada toda peladinha a amostra na rua. Ele botou uma musica bem gostosa e mandou Ana rebolar na frente dos faróis para ele e assim Ana fez dançando com as pernas abertas se oferecendo e rebolando gostosa e fui começando a ficar toda molhadinha e louca pra ser comida de novo quando ele jogou-a no capô do carro e enfiou aquele pau gostoso todo na sua xaninha e Ana ficou metade no capô e metade fora na rola de seu marido e Ana gozou varias vezes até que ele também gozou. Eles se beijaram loucamente pelados na rua. Vestiram as roupas e foram para casa. Já se passaram alguns anos, Ana nunca mais teve coragem de fazer esta loucura de novo, mesmo às vezes se masturbando só de pensar e o seu marido á incentivando, até aqui ela não tive coragem de fazer mais. Ana não sabe de onde tirou coragem para fazer tudo isto. Ela tem medo de fazer e não aguentar mais ficar sem aqueles beijos e aquelas línguas gostosas na sua xaninha, mas se ela fizer outra loucura vocês saberão.

    Muita putaria com esse marmanjo que fudeu uma puta No aniversário de meu amigo Kleyton, conheci Laura, uma morena de cabelos negros e longos, deliciosamente sarada, boa estatura, Era uma daquelas deliciosas morenas de seios médios e uma bunda grande e redondinha. Costas largas e braços e coxas grossas, não sou muito bom para descrições. Muito simpática, e bem comunicativa, acabamos ficando na mesma mesa... Conversamos um pouco, mas nada de especial. Logo, depois de outros assuntos, todos começaram a falar sobre traição. Salete contou uma história sobre uma amiga dela que estava sendo traída. Quase todos na mesa começaram a dar opinião, dizendo que ela deveria deixar o cara, que ela deveria chifrar o marido, etc. Laura continuava calada, me olhando com uma cara doce, eu não tirava os olhos daquela boca carnuda. Salete disse ainda que tinha aconselhado a amiga a se separar, mas antes de separar pra botar um belo par de chifres nele. Todo mundo riu, eu também... Outros assuntos entraram na conversa e os integrantes da mesa se dividiram em grupinhos, bebendo, conversando e comendo. Com o passar do tempo, percebi que Laura começou a beber além do normal. Foi ficando alegrinha, com as faces coradas, e, quando percebi, eu estava conversando só com ela. Do nada ela começou a falar que mulher não era otária, que tem cara que é idiota, canalha e o que merece é ser corno mesmo. Embora estivesse meio alta, em nenhum momento ela ergueu a voz. Algum tempo depois, colocou a mão no meu braço e cochichou no meu ouvido: -Amor eu preciso ir ao banheiro, mas estou com vergonha de me levantar da mesa, pois já estou muito tonta, fiquei bastante excitado em ouvir ela me chamar de amor, principalmente porque ela falou bem junto ao meu ouvido. Deu-me muita excitação. Na hora de ir embora, Salete me pediu pra levar Laura pra casa dela, porque ela não ia poder. Logo depois, Salete saiu com um casal e mais um cara. Embora eu não entendesse o que estava acontecendo, adorei a situação. Já estava de pau duro, antevendo o que poderia vir. Pegamos um táxi, e no caminho, Laura falou muito pouco, embora me olhasse de vez em quando, sorrindo. No meio do caminho, ela pediu-me para irmos para algum motel, e logo que entramos, ela pegou no meu rosto e me deu um beijo. Foi um beijo delicioso, quente e molhado. Laura beijava bem gostoso, acariciando a minha cabeça. Eu não queria parar de beijá-la, porque adoro beijar. Elogiei a sua boca, chupei a sua língua que dançava dentro da minha boca. Alternando com beijos na boca, eu lambia e beijava o pescoço de Laura, enquanto minhas mãos sem direção percorriam o seu corpo, ora acariciando ora apertando. Os amassos ficaram mais ousados e mais gostosos. Ela estava com um discreto vestido vermelho, tomara de caia. Ela me fez sentar na cama e sentou-se no meu colo, de frente pra mim, sempre me beijando. Subiu no meu colo e começou a roçar seu corpo no meu, esfregava a sua buceta no meu pau, embora ela estivesse de calcinha embaixo do vestido e eu de calça. Mas a sensação de prazer era maravilhosa. Fiquei com muita, muita excitação, Seu vestido era preso nas costas largas, abri o zíper e desci o vestido, puxei o bojo do seu sutiã para baixo e pude apreciar seus seios deliciosos, de bicos grandes e as aureolas largas. Disse que eram lindos, e comecei a passar a língua no biquinho e depois mamei com volúpia, com sede, com fome, com tesão. Laura estava estranhamente calada, eu chupava os biquinhos dos seios, alternando ora um ora outro seio. De repente, Laura desmontou do meu colo... Ela disse: Desculpa Sombra, desculpa amor, não posso. Fiquei sem entender o que estava acontecendo, ela repetia. ?não posso, não posso, desculpa?. Laura puxou o vestido, ficou em pé em frente a mim. Levantei-me e aproximei-me dela e ela repetia, "não posso", Mas eu estava embriagado de tesão e fiz de conta que não ouvi. Segurei no seu rosto e recomecei a beijá-la. Entre beijos e tentando se desvencilhar dos meus braços ela me contou que a tal amiga que Salete tinha comentado no restaurante? Era Ela, Salete que tinha descoberto que o marido de Laura a traia e a convenceu a dar o troco, a trair seu marido também. Não sei por que eu, mas foi Salete quem arrumou tudo para ficarmos junto. "Entendi", eu disse, não conseguia parar de beijá-la e de apalpar aquele corpo delicioso. Ela colocou uma mão no meu peito e tentava se soltar enquanto dizia: ?Mas eu não tenho coragem, amo muito o meu marido, apesar de ele ser um canalha?. Desculpa Sombra, tenho que ir. Eu entendia, mas confesso que fui canalha também, eu estava com muito tesão por aquela morena e estava a fim de transar com ela naquela noite. Por isso quando ela se virou de costas pra mim, se abaixando para pegar a bolsa na mesa de centro, eu, louco de tesão, e com ela de costas pra mim, me esfreguei na sua bunda e a abracei pela cintura, apalpando os seios, lambendo sua nuca e beijando suas costas enormes, Enquanto isso, fui subindo o seu vestido, apalpando as coxonas, alucinado... Fui subindo até que enfiei a mão por dentro das suas pernas, começando a alisar os lábios de sua xoxota, mesmo por cima da calcinha. Algum tempo depois ela já movimentava a bundona ao ritmo dos meus dedos. "Preciso ir embora" ela dizia, mas agora sem muita convicção e com os olhos fechados. "Tudo bem, eu dizia, depois te levo", mas sem parar de masturbá-la. "Para, Sombra, você é um tarado,"disse Laura enquanto que, alucinado eu enfiei a mão por dentro da calcinha até que encontrei o grelinho que foi ficando duro e comecei a mexer nele, passando o dedo de leve, "Gostosa, eu repetia... "você é muito gostosa, você me deixou louco de tesão, quero te fuder" Eu estava a mil, meu pau doía dentro da calça de tão duro, enfiei os dedos nos seus cabelos e a puxei fazendo com que sua boca ficasse a minha disposição e a beijei novamente, cheio de tesão. "Vamos pra cama" eu disse, com voz rouca, ensandecido. Por favor, "ela disse, tenho que ir embora, me leva? Laura então se virou, ficando de frente pra mim, reparei que seus olhos estavam brilhando e fiquei beijando-a e me esfregando. Fui apertando-a e praticamente a empurrei para o cama, quase jogando-a na cama. "To com muito tesão, eu repetia, muito, você é muito gostosa" Ela ficou deitada de costas na cama, levantei seu vestido, tirei a calcinha rapidamente, deixando sua xoxota à mostra e então a chupei... Abri bem a sua xaninha com dois dedos e lambi sua xaninha de baixo pra cima, lambendo delicadamente o centro e beijando as laterais. Enfiei a língua bem fundo e lambi em movimentos circulares. Ela se contorcia, de um lado para outro, acariciava meus cabelos, rebolando na minha boca e eu a olhava com tesão e queria devorar aquela xoxota enorme, aquele grelinho que foi ficando duro na minha boca... Chupava, lambia, segurava no dente sem morder. "Preciso... pre...cisoo ir.. ai... ai... aiii", ela dizia.. Dançava na minha boca, ajeitava o corpão, para permitir o livre acesso da minha boca dentro dela. Ora com os lábios, ora com a língua, eu a sentia se contorcendo, levantando o quadril ou remexendo as ancas. Laura começou a gemer, enquanto eu lambia com rapidez seu grelinho, depois colocando-o na boca e sugando ora rápido, ora devagar, Enfiei meus dois dedos na sua buceta, escavando, com movimentos que se assemelhavam a um caralho duro, compassados por apertões nos seios e nas coxas grossas. A essa altura, Laura tinha abaixado o vestido e estava com os seios nus, apertando-os com os dedos, gemendo. Seu quadril se erguia para que minha boca a invadisse cada vez mais e eu a olhei, com a boca colada na sua buceta, chupando-a com prazer. Laura então conduziu meus dedos e minha boca e fui lentamente invadindo, ora recuando e depois prosseguindo mais adiante. Chupei-a sem pressa, com fome, com sede, praticamente devorando sua buceta. Um estremecimento de prazer tomou conta do seu ventre, ela gemeu mais alto, se contorceu, se retesou e esticou o seu corpo e gozou... gemendo bem alto, quase gritando. Suas enormes coxas morenas apertavam a minha cabeça. Ainda senti sua buceta se contraindo na minha boca, prolongando seu prazer por um minuto ou dois. Enquanto Laura se esticava na cama, molinha pelo prazer que tinha tido, eu me levantei, tirei a roupa, me ajoelhei ao lado dela, beijei-a demoradamente. Eu estava louco pra fuder a buceta dela, enfiei a cabecinha, enquanto chupava seus seios e beijava seu pescoço e lábios. Enfiei firme e devagar, olhando seu rosto moreno, que me olhava docemente. Comecei a meter com ritmo, urrando de tesão. Eu entrava e saia só sentindo a sua xoxota úmida e quentinha, se contraindo a cada investida. Eu ficava mais tesudo ainda de sentir os biquinhos dos seios dela roçando no meu peito. Ela mordia meu ombro, me fazendo meter com mais força ainda. Ela seguia meus movimentos com o quadril, meus movimentos se tornaram mais rápidos. Viramos e logo ela estava em cima de mim, devorando a minha boca, se esfregando gostosamente em mim. Ela pegou meu pau duro e começou a esfregar no seu clitóris, enquanto esfregava os seios na minha boca. - ai gostoso, ela dizia, "que delicia"... Dizendo isso, ela engoliu o meu cacete, enfiou tudo, tudinho na buceta e me cavalgou deliciosamente, ficou agachada em cima de mim, eu delirava com os seus movimentos. Ela estava adorando me ouvir gemer e urrar. Com aquela buceta engolindo e esmagando o meu pau, não consegui me conter e anunciei que ia gozar... -goza, amor, ela dizia, goza, me enche de porra... Ouvindo o jeito que ela falou e vendo a sua carinha linda, não consegui me conter. Esporrei num gozo profundo e delicioso dentro daquela morena, que me mantinha fortemente dentro dela. Suados, cansados, ficamos nos beijando depois. ela perguntou: - Você gostou, amor? Eu lhe disse que tinha gostado, gostado muito e gozado muito gostoso. Mas que queria mais, muito mais. Esse foi o começo da nossa primeira transa. Nessa mesma noite, descansamos, conversamos, e fodemos novamente, ela chupou o meu pau com carinho e tesão, me fazendo gozar na sua boca e na hora de ir embora, já vestidos, eu tirei a sua roupa e a fodi de novo, de quatro, de ladinho e a fiz gozar na minha boca. Fomos amantes por quatro meses. Quatro meses de paixão, sempre que ela podia, porque não quis deixar o marido. Depois perdemos contato e hoje Laura é uma doce lembrança que ainda me deixa com o pau duro.

    Fodendo a safada desse gatinha deliciosa Sou Guilherme, um típico carioca, moreno, 1,87m, 82 kg, meio magro, cabelo cortado à máquina, olhos castanho escuro... nada anormal, mas faço certo sucesso com as mulheres. Direto aos fatos. Por intermédio de amigos em comum conheci Janaína. Uma morena clara, com mais ou menos 1,65m, corpo bem definido, tipo ratona de academia, com pernas grossas, bunda redondinha, maravilhosa mesmo! Com um rosto excepcional, uma beleza acima da média. Chamava muita atenção de tão bonita e pra ser bem realista, não tinha muita fé que teria alguma condição com ela. Bem, quando nos conhecemos foi em um churrasco na casa dessa amiga em comum. Ela com o resto das meninas batendo papo atoa e eu com a rapaziada rindo com os fatos já vividos por nós... jogando conversa fora, curtindo o churrasco. Em certo momento, fui apresentado a ela de maneira rápida, sem muitos alardes, normal. Comentei com a rapaziada que a mulher era foda! Linda demais e que nem perderia meu tempo tentando alguma coisa que não arrumaria nada mesmo... um deles ainda complementou falando que ela era cheia de marra. Acrescentei que gosto de mulher marrenta, que dá pra esculachar sem pena! Com o decorrer do churrasco, muitas bebidas, alguns já estavam completamente altos, fora de jogada de tão bêbados, literalmente caindo pelas tabelas. Outros já saíam até levando uns dos bêbados pra casa. Ficamos eu, a dona da casa, meu primo (que pegava a dona da casa), um amigo nosso e Janaína. Conversávamos e quanto mais a Janaína falava, mais eu confirmava que ela era marrenta mesmo... com um ar de superioridade, sempre comentando que ela tinha melhor, que fazia melhor, que era mais e o pior é que sempre diminuía e esculachava todo mundo que estava no meio da conversa, tratando como se fossem um monte de seres insignificantes, menores, desprezíveis... porra, foi me dando nojo daquela marra toda. Não consegui me conter em um momento e falei entre os dentes que essa marra ofuscava a beleza dela. Foi mais um pensamento em voz alta e foi inevitável que ela ouvisse e começou uma pequena discussão. Ela virou pra mim e falou: - como se eu tivesse preocupada com o que vc pensa! Eu provoquei: - que bom... continue vivendo sua vida assim. Ainda bem que vc é feliz, que se dependesse de mim tava na merda. Ela: - nunca precisaria de vc pra nada! Eu: - sorte sua... puta por puta pegaria uma menos marrenta! Ela: - puta é sua mãe, seu escroto! Eu: - pra mim, quem tem marra é puta. E vc é a mais marrenta, nojenta do mundo! Ela bufando saiu de perto. Carla, a dona da casa, muito sem graça me disse que eu peguei pesado e foi atrás dela. Meu primo e meu amigo me apoiaram e disseram que só acrescentaram, que eu ainda peguei leve... ela merecia ouvir muito mais por ser tão cheia de marra! Caguei! Foda-se o que ela pensava de mim... realmente fiquei com nojo dela. Uma meia hora depois a Carla voltou onde nós estávamos e me disse que a Jana queria falar comigo, se desculpar. Fui onde ela estava mas totalmente sem vontade. Não acreditava que ela baixaria a bola dela. Provavelmente se justificaria, mas não desceria do salto. Ela tava no quarto da Carla, sentada na cama... quando entrei ela pediu pra eu fechar a porta pra ninguém ouvir nossa conversa. Fechei e com cara de muito mal gosto sentei na cadeira em frente a cama, de frente pra ela e esperei o que ela tinha pra falar. Ela me perguntou se realmente eu à via como falei. Grosseiramente falei que sim. Que ela era linda, mas por causa do jeito dela toda aquela beleza sumia. Ela com cara de quem estava pra chorar me falou: - desculpa. Eu não estou acostumada a me repreenderem. Sempre sou muito bajulada pelos homens. Parecem que eles gostam de ser mal tratados. Eu: - eu não. Respeito e gosto de ser respeitado. Não abaixo minha cabeça pra ninguém pisar e vc estava se sentindo muito... Ela: - mas é isso que eu estou falando. Talvez pelo meu corpo, pela minha beleza, como vc mesmo falou, eu esnobo e geralmente sou muito bem tratada por homens que me querem. Eu: - confirmo que pra mim quem tem marra é puta. Se eu te pego com essa marra toda seria pra te esculachar. Ela me olhou nos olhos, ficou travada por um tempo e falou que nunca foi esculachada por nenhum homem. Eu ainda provoquei e falei que ela nunca conheceu um homem de verdade. Homem que é homem não deixa uma mulher pisar dessa forma. Senti o corpo dela estremecer. Me pediu mais uma vez desculpas, aceitas e voltamos onde estavam o resto do pessoal. Quando chegamos só estavam meu primo e Carla. Em um determinado momento, Jana chamou Carla pra ir ao banheiro e ficamos meu primo e eu conversando. Falei pra ele que joguei na cara dela que eu não sou do jeito que ela está acostumado e que ela baixou a bola e pediu desculpa. Ele falou que enquanto eu estava conversando com a Jana, a Carla falou que do jeito que ela era, o papo não iria acabar bem... ela iria continuar marrenta e eu não deixaria. Tinha tudo pra dar merda. Quem diria que a Jana pediria desculpas... Voltam as meninas, Carla sentou no colo do meu primo, cochichou alguma coisa em seu ouvido e puxou a Jana pro jardim da frente, perto da piscina. Ele me olha, ri e diz que eu sou mágico! Perguntei pq e ele disse que a Jana me queria. Fiquei meio embasbacado de cara mas em segundos lembrei de como ela é marrenta, o que me desestimulou um pouco. Meu primo me puxou pra irmos onde elas estavam. Cheguei perto da Jana ainda muito sério e falei que era melhor a gente conversar mais um pouco... fomos pra outro canto, afastado um pouco de onde meu primo estava com a Carla. Disse a ela que realmente fiquei puto com ela e que não estava muito afim de trata-la bem, pra ela sentir na pele como os outros se sentem. Eis que ela me fez deixou sem reação quando afirmou que era por isso que ela queria ficar comigo. Queria que eu a tratasse como puta. Porra, nem sabia o que falar! Não sabia nem o que pensar. Ela tomou iniciativa e me beijou. Um beijo bem gostoso, intenso com muito desejo. Falou no meu ouvido que o quarto de cima estava liberado pra a gente. Ainda meio idiota fui puxado por ela subindo as escadas em direção ao quarto. Quando entramos, ela fez a cara de nojenta de novo e me acendeu a raiva dela de novo. Meus pensamentos eram só de esculachar ela mesmo... empurrei ela pra cima da cama e disse: - vc é muito marrenta mesmo! Vou te tratar como vc merece! Deu um tapa na cara dela que a fez deitar por completo, meio de lado com um sorriso pequeno nos lábios. Disse com a voz bem áspera pra ela tirar a roupa, enquanto continuava em pé na beira da cama. Ela tirou a camisa e a calça, ficando só com as roupas íntimas. Pus minhas mãos no rosto dela, puxando pra cima fazendo ela levantar, dei um beijo curto nos lábios e falei olhando bem dentro dos olhos dela: vc vai ser minha submissa hoje! Vai aprender que não manda em porra nenhuma! Ela com carinha de espanto só concordou com a cabeça. Tirei minha camisa e bermuda. Ela com um sorrisinho, vendo meu pau já duro se aproximou e eu a empurrei de volta pra cama. Disse: - não mandei vc chegar perto de mim, sua vagabunda! Ela fez uma cara de puta com tesão, que minha cabeça rodopiou. Tava ficando bom... Cheguei perto dela, coloquei minha mão em sua nuca, segurando seus cabelos e puxei a cabeça dela pra perto do meu pau. Mandei ela pegar meu pau e chupar, atendido imediatamente. Ela chupava maravilhosamente bem... adorei vê-la chupando meu pau. Em vezes dava tapas na cara dela de leve, chamando ela de puta marrenta. A cada tapa que dava nela, ela intensificava a chupada. Um tempo depois soltei e mandei ela tirar o resto da roupa. Ela tirou e deitou na cama. Cheguei por entre as pernas dela e caí de boca na buceta dela. Deliciosa! Uma buceta rosada, lisinha, sem nenhum pelinho... com um cheiro delicioso, como se ela tivesse acabado e lavar com o melhor sabonete íntimo e molhadinha... comecei lambendo toda a extensão da racha, enfatizando o clitóris. Ela se remexia, se contorcia, jogava o corpo pra cima, fazendo mais pressão da minha língua no clitóris. Quando ela se contorcia mais eu parava. Ela me olhada com cara de súplica pra continuar. El deixava esfriar, lambendo bem de leve, pra torturar mesmo... uma hora ela disse: por favor, não para... eu to subindo pelas paredes. E eu: - e quem disse que eu tô preocupado com o que vc está sentindo? Ela: - por favor, não para... deixa eu gozar, por favor! Eu mandei ela calar a boca que não estava interessado em saber o que ela queria. Cai de boca de novo, chupando, lambendo, mordendo... mais intenso do que antes e não demorou ela gozou muito deliciosamente na minha boca! Ainda mole deitada na cama, mandei ela levantar. Ela completamente sem forças atendeu. Coloquei ela em pé, com as mãos apoiadas na cama, empinando bem a bunda. Que visão linda. Apontei meu pau na sua buceta e pincelava só na entradinha, deixando só a cabeça entrar e tirava. Ela tremia cada vez que eu colocava a cabeça dentro dela. Me deitei na cama e mandei ela chupar meu pau de novo. Ela o fez, ainda tomando tapa na cara de vez em quando. Mandei ela ficar de quatro em cima da cama. Ela se posicionou e eu atrás dela passei a mão na buceta dela, melando toda ela com o próprio melzinho que dali saia. Encaixei meu pau na entrada e fui empurrando bem devagar. Quando entrou todo eu lentamente tirei e voltei a enfiar, mas dessa vez com força, fazendo ele escorregar até o fundo. Ela deu um gemido alto me deixando com mais vontade ainda. Comecei a bombar com força, enterrando tudo na buceta dela. Ei umas 10 bombadas mais ou menos e tirei o pau de dentro dela. Deitei ela de lado e me encaixei atrás dela, empurrando com força de novo meu pau todo dentro dela. Ela gemia, choramingava, mas com a cara de puro tesão. Eu batia na bunda dela, na cara e ela a cada tapa mordia os lábios provocando com as caras que fazia. Eu cada vez mais forte continuava bombando. Quando senti que iria gozar, tirei o pau todo de novo de dentro, segurando a esporrada. Levantei e puxei ela pra levantar também. Ela com as pernas totalmente bambas relutou mas levantou. A coloquei com um pé no chão e outro sobre a cama, com as mãos na parede e enfiei todo meu pau de novo. Tava afim de fuder com ela mesmo... ela gemia muito alto e eu só pensava em deixar ela maluca. Alguma bombadas depois parei novamente. Tirei o lençol que cobria a cama, mandei ela deitar amarrei um pé dela com o lençol, estiquei ao máximo as pernas dela pra maior abertura possível e amarrei o outro pé o mais afastado possível, deixando ela sem poder mover as pernas, praticamente. Com outro lençol que estava dobrado fiz o mesmo com os braços, a deixando totalmente sem movimentos. Cai de boca na buceta dela de novo, que estava bem aberta por ter tomado tanta bombada e por ela está com as pernas completamente aberta. Lambia e enfiava a língua o mais fundo possível. Ela tentava se contorcer, mas era difícil amarrada. Subi meu corpo me posicionei com o pau na entrada da sua buceta, estiquei meus braços pra poder olhar pra ela,e afundei meu pau de novo. Entrava fácil por eta está tão aberta! Ela gritava prazer e a cada grito dela eu dava um tapa em sua cara, o que fazia ela gritar mais ainda. Eu estava adorando aquilo e pela cara dela, ela também. Tirei o pau de dentro dela, mandei ela abrir a boca e enfiava fundo e tirava todo e repetia... as vezes enfiava tão fundo ela ela tossia com ânsia de vômito. Fiquei nessa e dedava a buceta dela com força... ela se torcia toda mas não conseguia se desprender das amarras. De novo me posicionei em cima dela e mais forte e rápido que antes bombava o pau na buceta dela. Quando estava pra gozar, tirei meu pau, mandei ela abrir a boca e gozei na boca dela, esporrando na cara, no pescoço... caí de lado meio fraco de tanto gozar. Alguns minutos depois desamarrei ela, que bem devagar, sem forças nenhuma limpou a porra que estava espalhada em seu rosto com a mão. Deitou relaxada ao meu lado e ficamos por um tempo sem falar nada. 10 minutos depois, mais ou menos ela levantou e foi ao banheiro, ao lado do quarto que estávamos. Quando voltou eu já estava me vestindo. Deitou de novo na cama e falou: - caralho, vc acabou comigo. To toda mole. Eu: - gostou? Ela: - adorei! Muito melhor que as transas sem graça que eu fico por cima ou papai e mamãe que eu to acostumada. Eu: - peguei leve, mas posso não pegar na próxima. Ela: - se for uma promessa, eu vou cobrar o quanto antes. Eu: - puta não tem vontade. Quando eu quiser eu te chamo. Ela riu repetiu como se pensando alto: puta... taí, gostei! Uma puta particular. Aceita? Eu: - isso não era uma negociação... era só um comunicado. Agora vc é minha puta particular. Ela riu, levantou, se vestiu e saímos à encontro do casal que ainda estavam lá fora. Os dois nos receberam com um sorriso de orelha a orelha. Carla disse: e aí, se acertaram? Jana: sim... o Gui tem toda razão... tenho que ser menos marrenta. Submissa, quem sabe... e me olhou e riu. Retribui o sorriso e retomamos as conversas normal , mas com a Jana sempre abraçada a mim, nos beijando a todo momento e muito mais tranquila, sem nenhuma marra mais! A gente ainda ficou junto por um tempo, transamos mais diversas vezes e a fiz de completa submissa. De repente eu conto esse dia.

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    Peguei minha massagista deliciosas e transei com aquela puta Já faz dois anos que tenho uma massagista chamada fernanda. ela vem em casa toda sexta.Bem semana passada ela veio.quando ela entrou pensei comigo:que corpo!!que belos seios!!.notei que ela tb me olhou com desejo.então fomos pro quarto,lá tirei o roupão e me deitei nua na cama.ela então começou a massagem.senti que ela tocou de leve o lado esquerdo dos meus seios.depois que me virei de frente e ela começou a me massagear,vi que o bico dos seios dela estavam durinhos e que ela tava com tesão . Então ela me disse: seus seios são sensuais..dá vontade de beijá-los.Nessa hora senti seus lábios nos meus.. sua mão acariciando meus seios. ela então tirou sua roupa .. usava apenas uma calcinha fio dental por baixo do vestido.. começamos a nos masturbar .. lambi seu clitóris.. sua vagina depilada como a minha.. gozamos.. depois ela subiu em cima de mim e começou a roçar sua vagina na minha enquanto nos beijávamos.. Depois ela me pediu prá lambuzá-la de chantili e lamber seu corpo .foi dez!Depois de algum tempo,fomos tomar banho.ai ela ia colocando sua calcinha quando eu disse:fique assim..sem nada..eu adoro. então nos beijamos e descemos prá comer algo.ela me contou que sempre teve vontade de transar comigo mas não tinha coragem de fazer,que ela quando se masturbava pensave sempre em mim. então o tempo passou.. ela acabou vindo morar comigo. um dia ela me disse que tinha vontade de transar com um homem tb,(só prá apimentar )achei ótima a idéia. chamei meu primo Nick .foi dez!! Bem estamos juntas até hoje!! andamos sempre nuas dentro de casa, dormimos nuas... transamos sempre.E de vez em quando chamos meu priminho prá apimentar !!!

    Pegando essa safada cheia de tesão e arrombei essa putinha Nós já eramos amigos há bastante tempo. Tínhamos as mesmas afinidades e sempre consideramos como interessante uma eventual sociedade, afinal eu e o Thiago pensávamos da mesma maneira e achávamos que com essa sinergia um negocio conjunto poderia dar bons frutos. O tempo passou, cada um em sua atividade, até que um dia, muito tempo depois, eu já aposentado, reencontrei esse meu amigo. Depois dos efusivos cumprimentos, ele me falou que estava trabalhando como representante comercial, trabalhando com uma vasta linha de doces e estava muito feliz com seus resultados. A indústria considerava seu desempenho como ótimo e já havia oferecido novas áreas para sua atuação, só que seu tempo já era todo tomado com os clientes que assistia. Na medida que conversavamos fomos imaginando a possibilidade de resgatarmos um antigo desejo; o de formar uma sociedade. Mergulhamos nos estudos de viabilidade econômica, necessidades de investimento e concluímos que seria possível uma ampliação dos negócios desde que abríssemos uma unidade administrativa na nova região que nos havia sido oferecida. Dado o fato de que se tratava da abertura de um novo mercado exigindo feeling que eu ainda não possuía, acordamos que eu permaneceria na sede de Taubaté onde estávamos e ele iria para a nova sede, escolhida para a cidade de Campinas SP. E assim iniciamos uma nova fase em nossas vidas. É claro que com sua ida para Campinas onde permanecia de segunda a sexta feira, eu lhe oferecia cobertura em seus compromissos em Taubaté, inclusive oferecendo todo o apoio a sua família. A família dele era composta pela Adriene, uma mulher bonita, fina, estilosa, e de um casal, a Sofia com 16 anos e o Nelson com 12 anos. Durante todo o tempo que nos relacionamos, a minha amizade com a Adriene era de bom dia, boa tarde, boa noite, ou de conversas informais nas vezes que ia em sua casa a convite do Thiago. A vida da família não era algo que eu conhecia mais profundamente, e o que de certa forma se intensificou com a ida do Thiago para Campinas. Passei a conhecer melhor a rotina da Adriene da Sofia, do Nelson, e assisti-los em ocorrências tipo, socorre-la quando o carro quebrou ou de providenciar técnico para consertar o notebook da Sofia, essas coisas. Posso garantir; nunca, em momento algum, a Adriene foi percebida por mim como uma mulher com todos os seus atributos, era apenas a esposa do Thiago, mas coisas foram mudando devagarzinho... Acho que o momento inicial dessa mudança foi quando a Adriene me chamou para ajuda-la a resolver um vazamento em sua torneira da cozinha. Saí do escritório, peguei minha caixinha de ferramentas e lá fui eu socorre-la. Ela estava todinha molhada, a torneira havia se partido e a água jorrava sobre ela que tentava rete-la com um chumaço de tecido. No afã de ajuda-la, encostei-me nela e com os movimentos de tentar reter o fluxo de água, fui sendo conduzido até a sua bunda, nesse instante um calor tomou conta de mim e meu pau endureceu imediatamente, não sabia o que faria, mas estava muito, muito gostoso. Ela também deve ter percebido e certamente gostado porque percebi que suas mãos folgaram um pouco deixando a água ganhar mais intensidade. Foram alguns poucos minutos, mas foram os mais deliciosos minutos que eu experimentei nos últimos tempos. Minha mulher estava sempre com algum problema e nossa vida sexual já não tinha a mesma intensidade do passado. Refeito do tesão maluco, com o coração pulsando mais descompassadamente, afastei-me daquela bunda deliciosa ( ela tinha um quadril generoso, coxas grossas..) e fui em direção do registro, desliguei-o e retornei. Percebi que ela estava com as bochechas vermelhas, estávamos eu e ela sem saber o que fazer.

    Gatinha safada vai fuder gostoso com esse marmanjo Sou Guilherme, um típico carioca, moreno, 1,87m, 82 kg, meio magro, cabelo cortado à máquina, olhos castanho escuro... nada anormal, mas faço certo sucesso com as mulheres. Direto aos fatos. Por intermédio de amigos em comum conheci Janaína. Uma morena clara, com mais ou menos 1,65m, corpo bem definido, tipo ratona de academia, com pernas grossas, bunda redondinha, maravilhosa mesmo! Com um rosto excepcional, uma beleza acima da média. Chamava muita atenção de tão bonita e pra ser bem realista, não tinha muita fé que teria alguma condição com ela. Bem, quando nos conhecemos foi em um churrasco na casa dessa amiga em comum. Ela com o resto das meninas batendo papo atoa e eu com a rapaziada rindo com os fatos já vividos por nós... jogando conversa fora, curtindo o churrasco. Em certo momento, fui apresentado a ela de maneira rápida, sem muitos alardes, normal. Comentei com a rapaziada que a mulher era foda! Linda demais e que nem perderia meu tempo tentando alguma coisa que não arrumaria nada mesmo... um deles ainda complementou falando que ela era cheia de marra. Acrescentei que gosto de mulher marrenta, que dá pra esculachar sem pena! Com o decorrer do churrasco, muitas bebidas, alguns já estavam completamente altos, fora de jogada de tão bêbados, literalmente caindo pelas tabelas. Outros já saíam até levando uns dos bêbados pra casa. Ficamos eu, a dona da casa, meu primo (que pegava a dona da casa), um amigo nosso e Janaína. Conversávamos e quanto mais a Janaína falava, mais eu confirmava que ela era marrenta mesmo... com um ar de superioridade, sempre comentando que ela tinha melhor, que fazia melhor, que era mais e o pior é que sempre diminuía e esculachava todo mundo que estava no meio da conversa, tratando como se fossem um monte de seres insignificantes, menores, desprezíveis... porra, foi me dando nojo daquela marra toda. Não consegui me conter em um momento e falei entre os dentes que essa marra ofuscava a beleza dela. Foi mais um pensamento em voz alta e foi inevitável que ela ouvisse e começou uma pequena discussão. Ela virou pra mim e falou: - como se eu tivesse preocupada com o que vc pensa! Eu provoquei: - que bom... continue vivendo sua vida assim. Ainda bem que vc é feliz, que se dependesse de mim tava na merda. Ela: - nunca precisaria de vc pra nada! Eu: - sorte sua... puta por puta pegaria uma menos marrenta! Ela: - puta é sua mãe, seu escroto! Eu: - pra mim, quem tem marra é puta. E vc é a mais marrenta, nojenta do mundo! Ela bufando saiu de perto. Carla, a dona da casa, muito sem graça me disse que eu peguei pesado e foi atrás dela. Meu primo e meu amigo me apoiaram e disseram que só acrescentaram, que eu ainda peguei leve... ela merecia ouvir muito mais por ser tão cheia de marra! Caguei! Foda-se o que ela pensava de mim... realmente fiquei com nojo dela. Uma meia hora depois a Carla voltou onde nós estávamos e me disse que a Jana queria falar comigo, se desculpar. Fui onde ela estava mas totalmente sem vontade. Não acreditava que ela baixaria a bola dela. Provavelmente se justificaria, mas não desceria do salto. Ela tava no quarto da Carla, sentada na cama... quando entrei ela pediu pra eu fechar a porta pra ninguém ouvir nossa conversa. Fechei e com cara de muito mal gosto sentei na cadeira em frente a cama, de frente pra ela e esperei o que ela tinha pra falar. Ela me perguntou se realmente eu à via como falei. Grosseiramente falei que sim. Que ela era linda, mas por causa do jeito dela toda aquela beleza sumia. Ela com cara de quem estava pra chorar me falou: - desculpa. Eu não estou acostumada a me repreenderem. Sempre sou muito bajulada pelos homens. Parecem que eles gostam de ser mal tratados. Eu: - eu não. Respeito e gosto de ser respeitado. Não abaixo minha cabeça pra ninguém pisar e vc estava se sentindo muito... Ela: - mas é isso que eu estou falando. Talvez pelo meu corpo, pela minha beleza, como vc mesmo falou, eu esnobo e geralmente sou muito bem tratada por homens que me querem. Eu: - confirmo que pra mim quem tem marra é puta. Se eu te pego com essa marra toda seria pra te esculachar. Ela me olhou nos olhos, ficou travada por um tempo e falou que nunca foi esculachada por nenhum homem. Eu ainda provoquei e falei que ela nunca conheceu um homem de verdade. Homem que é homem não deixa uma mulher pisar dessa forma. Senti o corpo dela estremecer. Me pediu mais uma vez desculpas, aceitas e voltamos onde estavam o resto do pessoal. Quando chegamos só estavam meu primo e Carla. Em um determinado momento, Jana chamou Carla pra ir ao banheiro e ficamos meu primo e eu conversando. Falei pra ele que joguei na cara dela que eu não sou do jeito que ela está acostumado e que ela baixou a bola e pediu desculpa. Ele falou que enquanto eu estava conversando com a Jana, a Carla falou que do jeito que ela era, o papo não iria acabar bem... ela iria continuar marrenta e eu não deixaria. Tinha tudo pra dar merda. Quem diria que a Jana pediria desculpas... Voltam as meninas, Carla sentou no colo do meu primo, cochichou alguma coisa em seu ouvido e puxou a Jana pro jardim da frente, perto da piscina. Ele me olha, ri e diz que eu sou mágico! Perguntei pq e ele disse que a Jana me queria. Fiquei meio embasbacado de cara mas em segundos lembrei de como ela é marrenta, o que me desestimulou um pouco. Meu primo me puxou pra irmos onde elas estavam. Cheguei perto da Jana ainda muito sério e falei que era melhor a gente conversar mais um pouco... fomos pra outro canto, afastado um pouco de onde meu primo estava com a Carla. Disse a ela que realmente fiquei puto com ela e que não estava muito afim de trata-la bem, pra ela sentir na pele como os outros se sentem. 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Ela tirou e deitou na cama. Cheguei por entre as pernas dela e caí de boca na buceta dela. Deliciosa! Uma buceta rosada, lisinha, sem nenhum pelinho... com um cheiro delicioso, como se ela tivesse acabado e lavar com o melhor sabonete íntimo e molhadinha... comecei lambendo toda a extensão da racha, enfatizando o clitóris. Ela se remexia, se contorcia, jogava o corpo pra cima, fazendo mais pressão da minha língua no clitóris. Quando ela se contorcia mais eu parava. Ela me olhada com cara de súplica pra continuar. El deixava esfriar, lambendo bem de leve, pra torturar mesmo... uma hora ela disse: por favor, não para... eu to subindo pelas paredes. E eu: - e quem disse que eu tô preocupado com o que vc está sentindo? Ela: - por favor, não para... deixa eu gozar, por favor! Eu mandei ela calar a boca que não estava interessado em saber o que ela queria. 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Comecei a bombar com força, enterrando tudo na buceta dela. Ei umas 10 bombadas mais ou menos e tirei o pau de dentro dela. Deitei ela de lado e me encaixei atrás dela, empurrando com força de novo meu pau todo dentro dela. Ela gemia, choramingava, mas com a cara de puro tesão. Eu batia na bunda dela, na cara e ela a cada tapa mordia os lábios provocando com as caras que fazia. Eu cada vez mais forte continuava bombando. Quando senti que iria gozar, tirei o pau todo de novo de dentro, segurando a esporrada. Levantei e puxei ela pra levantar também. Ela com as pernas totalmente bambas relutou mas levantou. A coloquei com um pé no chão e outro sobre a cama, com as mãos na parede e enfiei todo meu pau de novo. Tava afim de fuder com ela mesmo... ela gemia muito alto e eu só pensava em deixar ela maluca. Alguma bombadas depois parei novamente. 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Muito melhor que as transas sem graça que eu fico por cima ou papai e mamãe que eu to acostumada. Eu: - peguei leve, mas posso não pegar na próxima. Ela: - se for uma promessa, eu vou cobrar o quanto antes. Eu: - puta não tem vontade. Quando eu quiser eu te chamo. Ela riu repetiu como se pensando alto: puta... taí, gostei! Uma puta particular. Aceita? Eu: - isso não era uma negociação... era só um comunicado. Agora vc é minha puta particular. Ela riu, levantou, se vestiu e saímos à encontro do casal que ainda estavam lá fora. Os dois nos receberam com um sorriso de orelha a orelha. Carla disse: e aí, se acertaram? Jana: sim... o Gui tem toda razão... tenho que ser menos marrenta. Submissa, quem sabe... e me olhou e riu. Retribui o sorriso e retomamos as conversas normal , mas com a Jana sempre abraçada a mim, nos beijando a todo momento e muito mais tranquila, sem nenhuma marra mais! A gente ainda ficou junto por um tempo, transamos mais diversas vezes e a fiz de completa submissa. De repente eu conto esse dia.

    Peguei a safada da minha corretora e arrombei a safadaClaro que o nome da corretora irei preservar, nome fictícios JULIANA. Era um domingo de votação, eramos 7 corretores, 2 homens e 5 mulheres, lá pelas 15 horas decidimos que fecharíamos o stand já que muito provavelmente não entraria mais nenhum cliente e como ninguém é de ferro queríamos aproveitar o restante do domingo tomando uma cerveja bem gelada, na saída para o barzinho entrei no meu carro e a Juliana no dela, fomos por umas das principais avenidas de Salvador até que chegamos ao Tal barzinho sugerido pelo colega, conversa vai, conversa vem e percebi que a Juliana começou a ficar mais altinha, em um determinado momento estávamos conversando apenas eu e a Juliana, enquanto os outros falavam entre si, foi ai que tomei coragem (pois como falei no título a Juliana é casada) e decidir colocar minhas mãos sobre sua linda perna e que perna!!!!! Fui correspondido com um sorriso, mas para não chamar a atenção do restante da mesa tirei rapidamente a mão, dali decidimos tomar (beber) a saidera na casa de um casal de corretores que ali na mesa estava, chegando lá eramos apenas 4, eu e a Juliana não aguentávamos mais a vontade de nos tocar, nos beijar e claro irmos pra cama. Como ela era casada mandei um sms para ela dizendo que não poderíamos ficar ali, pois a pior coisa é alguém (ainda mais que eram apenas colegas) ter um segredo seu. passamos mais ou menos uns 40 minutos na casa desse casal, dali saímos e como a esquina da rua onde esse pessoal morava era deserta saltei do meu carro e fui até aquela linda morena que ao sair do carro assim como eu estava louca de tesão, nos beijamos deliciosamente, coloquei minhas mãos entre seus cabelos foi quando ouvir, "bem que uma corretora me disse que vc tem pegada" dei um sorriso e apenas respondi que tento, beijei-a o pescoço, mas o tesão era muito grande e tava vendo a hora de sermos preso por atentado ao pudor, deixamos o carro da Juliana no posto de gasolina e fomos no meu ao motel, essa hora esquecendo que ela era casada, que teria que dar explicações pelo horário de sua chegada ao marido, na nossa chegada a motel decidimos tomar banho antes de qualquer coisa, mas ao ver aquela mulher linda morena muito, mais muito gostosa não resistir e fui logo beijando, nossa que beijo maravilhoso, depois de nos banharmos antes mesmo de se enxugar a levei para cama e a deitei, fui deslizando pelo seu corpo ainda molhado beijando seu pescoço, chupando seus seios médios, deslizando pela barriga, umbigo até chegar ao caminho da perdição, que boceta deliciosa, ali chupei, e quanto mais chupava mais ela gemia e sabia gemer gostoso, até que veio a vontade nela de gozar, ela gritava tanto no quarto do motel que fiquei com medo de alguém pensar que eu estava a espancando, só sentir a perna dela tremendo, precisei da 2 minutos para ela conseguir assimilar o que acontecia, na verdade nem sei se chegou a 2 min. pois ela logo veio com suas mãos segurando meu pau e com aquela boca decidiu chupá-lo todinho, chupava muito bem passando as mãos em minhas bolas e depois a lingua, depois dela ter deixando meu pau bem molhado mandei que ficasse de 4 pois seria assim que meteria nela pela primeira vez, fui logo obedecido e com aquela visão meu pau latejava de tanto tesão, dei 2 pinceladas naquela bocetinha e fui colocando bem devagar, com a forma que ela ia gemendo eu ia aumentando o ritmo ficamos ali por vários minutos até que ela me disse que o que eu queria fazer (ela gozar novamente) não conseguiria daquela forma, pois as únicas maneira de a fazer gozar seria chupando ou comendo seu cuzinho enquanto ela se tocava, nessa hora deixei de ser o alfa e a obedeci antes de deitar a Juliana chupei bem gostoso o seu cuzinho deixando ele bem molhado, coloquei-a deitada na cama de ladinho e comecei a socar bem devagar enquanto a mesma batia uma siririca bem gostosa pra ela fui aumentando o ritmo e daí ela anunciou que queria gozar novamente, com tapas naquela bunda dura e redonda ela gozou novamente, mas eu ainda nada.... ela voltou pra posição de 4 e pediu para socar meu pau todinho nela e com força e assim foi feito até que sentir a vontade de gozar, mandei que ela ficasse sentada na cama pois iria gozar naquela carinha todinha, fui batendo punheta e gozando, mas ela como era gulosa não deixou que nenhuma gotinha daquele gozo fosse desperdiçado e engoliu tudo!!!!! deitamos na cama e olhamos pro relógio já eram 22:00 e ela precisava correr pra casa pois o plantão havia acabado às 19 horas. Depois disso saímos várias vezes e cada uma melhor que a outra, caso queira que relate as outras vezes deixa um comentário!!!!

    Play With Konata- Jogo de sexo com essa safada deliciosaJogo de sexo com essa safada louca para transar, faça esta ninfeta se masturbar até gozar. Controle os movimentos dos seus dedos em sua vagina, essa gatinha safada e muito gata vai pegar essa cadelinha e vai meter muito nessa gata. Como jogar? Mouse: faz todas as ações do jogo. Confira esse jogo de sexo.

    Jandora- Metendo na safada deliciosaJogo de sexo com essa safada e seu desejo é uma ordem! Jandora adora realizar todos os desejos de um homem e é louca para te satisfazer de todas as maneiras, essa gatinha safada vai fuder muito com esse marmanjo muito gato. Confira esse jogo de sexo com essa safada muito gata que vai fazer uma putaria .

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